Aqui estou, mais uma vez... Puff... Nem sei por onde começar e o que dizer. Devia estar efectivamente concentrada noutras coisas e não em ti. Não sei explicar mesmo o que fizeste em mim... As paredes altas que tinha erguido e os olhos tapados para não ver para além do meu mundo de imaginário que tinha construído só para mim! Agora vejo-me perdida nos dias e nas horas sem saber muito bem quando vou saber de ti, sequer se vou saber... sem saber quando te vou ver, se é que te vou ver... Se este silêncio vai ser terminado por ti porque eu resolvi pôr-te à prova para perceber se, também, sentes a minha ausência e o meu silêncio... Sei que sentes falta do meu sorriso pois reclamaste com o semblante sério que ultimamente olho para ti!
Caramba apetecia-me gritar bem alto para que chegasse até a ti o quanto sinto a tua falta, o aperto que me dá por não te saber perto ou longe, por simplesmente não saber de ti.
Digo que tenho todo o tempo do mundo, mas e se não tiver realmente e tudo desaparecer em segundos? Se eu não tiver tempo para te dizer, fica aqui escrito que não sei como nem porquê mas tu apareceste e trouxeste tudo o contrário e o certo... sinto-me um pouco idiota a escrever para ti sabendo que tu não sabes que o faço... mas enfim...
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