Hoje escrevo-te de um sítio bem longínquo! Hoje viajei para um local onde só eu posso entrar e por isso resolvi-te escrever esta carta para que saibas de mim e para que me possas encontrar facilmente, sempre que quiseres!
Aqui a vida passa devagarinho... perco-me em bons momentos com os amigos. Por exemplo, hoje fomos almoçar todos pertinho da praia e depois terminei o dia numa esplanada que adoro. Gostava de te levar lá um dia, mesmo que o teu estilo seja diferente do meu e digas que os meus sítios são demasiado certinhos! Amanhã vou trabalhar, sim num domingo! Depois os dias seguintes, serão passados entretendo-me com livros e caminhadas à beira-mar, para poder expulsar os meus fantasmas diurnos! Entretanto tu vais regressar e talvez o meu olhar seja diferente, talvez me sintas ausente... Mas não deixei, pelo menos por enquanto, de acreditar que ainda me vais olhar com a certeza de que queres deixar-me entrar na tua vida! Mas se deixar de acreditar e tu nunca sentires essa certeza, sei que foi mais uma página na minha vida sem qualquer desenvolvimento relevante para a história que escrevo todos os dias sobre mim!
Hoje apenas queria dizer-te como estou... queria apenas deixar-te uma lembrança minha, mesmo que ela não chegue a ti.
Hoje queria apenas dizer qualquer coisa...
sábado, 29 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Sem lugar do sim
Depois de uns dias ausente, retorno ao sítio onde parece que me encontro sempre. Retorno a pensamentos e divagações que me permitem viver noutro lugar, afastada de sons e rostos. Encontro-me sozinha mais uma vez e acredita que não me sinto assim tão mal. Pelo contrário, sinto-me tranquila sabes? Quanto a ti convenci-me que para ti sou a regra, ou melhor tento convencer-me de que o sou e não alimento mais sonhos onde sou a tua execpção e onde paras de procurar ou alimentar sonhos de outro alguém. Convenço-me de que não ficarás à minha porta, esperando que eu chegue de mais um dia de trabalho e que não me ofereces o teu abraço como consolo para todas as mágoas que trago dentro do peito.
Sim é isso mesmo, não me vais ligar dizendo que estás cheio de saudades minhas e que precisavas de ouvir a minha voz! Não me vais surpreender com uma mensagem inesperada a meio da noite. Não não vais mesmo fazer uma serenata muito menos tentar convencer os meus amigos de que tu és a pessoa certa para mim. Não não te vou apresentar ao meu mundo porque tu simplesmente permaneces fora dele!
É isso mesmo, tu não és a minha execpção e eu não vou tentar mais interpretar os teus estranhos sinais que tanto me deixam a pensar em talvez como me dão a certeza do não. Reparando bem não encontro o lugar do sim nesta conversa toda.... Por mais que o meu coração me diga que sim e por mais que eu acredite que ainda vou ter a minha historinha de encantar, tu não serás a minha execpção porque não queres que eu seja a tua!
Não penses que sou pessimista ou que entretanto desisti de te querer ou de me sentir idioticamente apaixonada, daquelas apaixonadas distraídas e trapalhonas... Simplesmente não quero viver a sonhar e deixar passar a minha vida a meu lado sem que eu a veja inteiramente.
M
Sim é isso mesmo, não me vais ligar dizendo que estás cheio de saudades minhas e que precisavas de ouvir a minha voz! Não me vais surpreender com uma mensagem inesperada a meio da noite. Não não vais mesmo fazer uma serenata muito menos tentar convencer os meus amigos de que tu és a pessoa certa para mim. Não não te vou apresentar ao meu mundo porque tu simplesmente permaneces fora dele!
É isso mesmo, tu não és a minha execpção e eu não vou tentar mais interpretar os teus estranhos sinais que tanto me deixam a pensar em talvez como me dão a certeza do não. Reparando bem não encontro o lugar do sim nesta conversa toda.... Por mais que o meu coração me diga que sim e por mais que eu acredite que ainda vou ter a minha historinha de encantar, tu não serás a minha execpção porque não queres que eu seja a tua!
Não penses que sou pessimista ou que entretanto desisti de te querer ou de me sentir idioticamente apaixonada, daquelas apaixonadas distraídas e trapalhonas... Simplesmente não quero viver a sonhar e deixar passar a minha vida a meu lado sem que eu a veja inteiramente.
M
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Casinha e baloiço
Há dias que não te escrevo! Há dias que também não recebo notícias tuas! Há dias que não te vejo e agarro-me a uma única fotografia. Sinto-me ridícula por ainda ter esperança que venhas dizer alguma coisa ou que sintas a minha falta... Sinto-me uma idiota por achar que ao final do dia ainda te vou encontrar à minha porta, esperando por mim. Sinto-me uma tonta por achar que o que eu sinto foi vivido por ti de igual modo... Sinto-me ridícula por me perder numa única foto, onde tu estás e resta-me apenas isso...
Estou irritada comigo por ter baixado os murros da minha alma tão facilmente... por me sentir tão triste e perdida, sem saber o que fazer... Sinto-me quase a explodir de saudades e por não saber se amanhã vou ter notícias tuas ou até mesmo cruzar-me contigo porque a vida quer que nos cruzemos e estejamos juntos. Mas se nada disto acontece, se calhar o que tiver que ser será e nós os dois talvez não tinhamos que ser. Eu queria que fossemos, quero que sejamos, sabes? Mas fica difícil acreditar sozinha... Não sei o que fazer... Não sei o que esperas de mim. Será que esperas que eu perceba que entre nós aquele sentimento de descoberta durou menos que segundos... Será que queres que eu fique quieta no meu canto para que tu possas vir? ou será que esperas que eu te diga sem medos tudo aquilo que te escrevo?
Pela primeira vez consegui imaginar-me com alguém naquela casinha perdida no meio de uma paisagem tranquila, com aquela varanda à frente da casa térrea onde temos o nosso baloiço... Baloiço esse onde nos fomos sentando, à medida que víamos a vida a escrever o nosso futuro e história... onde eu e tu passavamos tardes a baloiçar... tu a leres o jornal e eu perdida numa historinha de amor e de encantar...
Enfim, só sonhos e ideais que me preenchem e me impedem se calhar de prestar mais atenção ao que realmente se passa...
Continuo à espera de qualquer coisa... mesmo que seja para deixar de sonhar com aquela casinha e com o baloiço!
M
Estou irritada comigo por ter baixado os murros da minha alma tão facilmente... por me sentir tão triste e perdida, sem saber o que fazer... Sinto-me quase a explodir de saudades e por não saber se amanhã vou ter notícias tuas ou até mesmo cruzar-me contigo porque a vida quer que nos cruzemos e estejamos juntos. Mas se nada disto acontece, se calhar o que tiver que ser será e nós os dois talvez não tinhamos que ser. Eu queria que fossemos, quero que sejamos, sabes? Mas fica difícil acreditar sozinha... Não sei o que fazer... Não sei o que esperas de mim. Será que esperas que eu perceba que entre nós aquele sentimento de descoberta durou menos que segundos... Será que queres que eu fique quieta no meu canto para que tu possas vir? ou será que esperas que eu te diga sem medos tudo aquilo que te escrevo?
Pela primeira vez consegui imaginar-me com alguém naquela casinha perdida no meio de uma paisagem tranquila, com aquela varanda à frente da casa térrea onde temos o nosso baloiço... Baloiço esse onde nos fomos sentando, à medida que víamos a vida a escrever o nosso futuro e história... onde eu e tu passavamos tardes a baloiçar... tu a leres o jornal e eu perdida numa historinha de amor e de encantar...
Enfim, só sonhos e ideais que me preenchem e me impedem se calhar de prestar mais atenção ao que realmente se passa...
Continuo à espera de qualquer coisa... mesmo que seja para deixar de sonhar com aquela casinha e com o baloiço!
M
terça-feira, 4 de agosto de 2009
enfim...
Aqui estou, mais uma vez... Puff... Nem sei por onde começar e o que dizer. Devia estar efectivamente concentrada noutras coisas e não em ti. Não sei explicar mesmo o que fizeste em mim... As paredes altas que tinha erguido e os olhos tapados para não ver para além do meu mundo de imaginário que tinha construído só para mim! Agora vejo-me perdida nos dias e nas horas sem saber muito bem quando vou saber de ti, sequer se vou saber... sem saber quando te vou ver, se é que te vou ver... Se este silêncio vai ser terminado por ti porque eu resolvi pôr-te à prova para perceber se, também, sentes a minha ausência e o meu silêncio... Sei que sentes falta do meu sorriso pois reclamaste com o semblante sério que ultimamente olho para ti!
Caramba apetecia-me gritar bem alto para que chegasse até a ti o quanto sinto a tua falta, o aperto que me dá por não te saber perto ou longe, por simplesmente não saber de ti.
Digo que tenho todo o tempo do mundo, mas e se não tiver realmente e tudo desaparecer em segundos? Se eu não tiver tempo para te dizer, fica aqui escrito que não sei como nem porquê mas tu apareceste e trouxeste tudo o contrário e o certo... sinto-me um pouco idiota a escrever para ti sabendo que tu não sabes que o faço... mas enfim...
Caramba apetecia-me gritar bem alto para que chegasse até a ti o quanto sinto a tua falta, o aperto que me dá por não te saber perto ou longe, por simplesmente não saber de ti.
Digo que tenho todo o tempo do mundo, mas e se não tiver realmente e tudo desaparecer em segundos? Se eu não tiver tempo para te dizer, fica aqui escrito que não sei como nem porquê mas tu apareceste e trouxeste tudo o contrário e o certo... sinto-me um pouco idiota a escrever para ti sabendo que tu não sabes que o faço... mas enfim...
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