A semana mais longa de todos os tempos é mesmo a mais longa! E não é que ainda é terça-feira e eu nunca mais entro numas mini-férias bem minis? Ora bem, vou reclamar o que reclamei anteriormente: Quero e preciso de férias... dormir dois dias seguidos e acordar com bom tempo. Sim, por falar nele... onde anda o bom tempo? Alguém o viu?
Quero o bom tempo e o cheirinho a primavera... flores intactas do toque descuidado da chuva... abelhas contentes a esvoaçar sem rumo definido e poucas nuvens no céu... Finais de tarde numa esplanada e caras mais contentes!
Raio do mau tempo deixa toda a gente de mau feitio... compreensível certo? O cabelo fica revirado... não sabemos o que vestir e nunca mais arrumamos naquela caixinha a roupa de inverno que retira toda e qualquer forma! Abaixo as camisola de gola alta e casacos de fazenda em pleno Abril!!!!
Pronto, fico-me com uma reclamação curtinha e breve!
terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Abaixo
Abaixo a não responsabilização dos caminhos que seguimos e nos quais acreditamos ser a melhor solução para problemas. Problemas que não assumimos como nossos pois simplesmente é mais fácil acusar quem simplesmente não tem nada a haver com o assunto...
Abaixo a auto-vitimização... Abaixo os discursos de "eu não sabia"... Podemos até não saber porque não temos certezas, mas quando tomamos uma decisão obrigatoriamente pensamos em prós e contras da mesma! Então porque não assumir simplesmente que erramos e partir para uma decisão mais acertada ou adequada a quem somos e como vivemos? Porque será que todos os dias passamos a vida a arranjar bodes expiatórios para tudo o que não conseguimos concretizar nas nossas vidas?
Abaixo as tentativas frustadas de culpar quem de nós está perto... A única culpa desses passa mesmo por estarem ali para nós e oferecerem um pouco de colo! Parece-me a mim que vivemos muito ocupados com esquemas de culpabilização, a pensar nas variadas possibilidades e a viver em argumentos de filmes de longa metragem não realizados por falta de verbas...
Sim, ando muito resmungona com o mundo... mas não consigo evitar! Já olharam bem ao vosso redor? O que sobra para além das lamechices e queixumes? Sobra tudo o que devemos realmente aproveitar e agarrar... Sobra a simplicidade dos dias, as aprendizagens que vamos realizando... sobra a humildade de admitirmos um engano e seguirmos em frente com um acerto...
Abaixo discursos de "eu não consigo", "eu não sei", "não me dão as mesmas oportunidades que a outros"! Ora bem, as oportunidades somos nós que as criamos e desenvolvemos, portanto está na altura de "levantar e fazer algo", como diria a Macy Gray numa das suas canções!
Abaixo preconceitos e julgamentos de primeira impressão! Abaixo perseguições infundadas... Abaixo não nos conseguirmos ver no espelho dos outros...
Abaixo uma série de coisas que hoje, realmente, me tiraram do sério...
Abaixo a auto-vitimização... Abaixo os discursos de "eu não sabia"... Podemos até não saber porque não temos certezas, mas quando tomamos uma decisão obrigatoriamente pensamos em prós e contras da mesma! Então porque não assumir simplesmente que erramos e partir para uma decisão mais acertada ou adequada a quem somos e como vivemos? Porque será que todos os dias passamos a vida a arranjar bodes expiatórios para tudo o que não conseguimos concretizar nas nossas vidas?
Abaixo as tentativas frustadas de culpar quem de nós está perto... A única culpa desses passa mesmo por estarem ali para nós e oferecerem um pouco de colo! Parece-me a mim que vivemos muito ocupados com esquemas de culpabilização, a pensar nas variadas possibilidades e a viver em argumentos de filmes de longa metragem não realizados por falta de verbas...
Sim, ando muito resmungona com o mundo... mas não consigo evitar! Já olharam bem ao vosso redor? O que sobra para além das lamechices e queixumes? Sobra tudo o que devemos realmente aproveitar e agarrar... Sobra a simplicidade dos dias, as aprendizagens que vamos realizando... sobra a humildade de admitirmos um engano e seguirmos em frente com um acerto...
Abaixo discursos de "eu não consigo", "eu não sei", "não me dão as mesmas oportunidades que a outros"! Ora bem, as oportunidades somos nós que as criamos e desenvolvemos, portanto está na altura de "levantar e fazer algo", como diria a Macy Gray numa das suas canções!
Abaixo preconceitos e julgamentos de primeira impressão! Abaixo perseguições infundadas... Abaixo não nos conseguirmos ver no espelho dos outros...
Abaixo uma série de coisas que hoje, realmente, me tiraram do sério...
domingo, 26 de abril de 2009
Segunda-feira
Mais uma segunda-feira. Bah! Ultimamente, as semanas passam a correr e o fim-de-semana quase que não o vejo! Ora e aqui estou eu num restinho do meu querido domingo a escrever o quanto não gosto da segunda-feira. Pois é, não gosto da segunda-feira.
O outro dia lá no trabalho uma colega sugeriu, na brincadeira, abolir com a segunda-feira como dia de trabalho. Ora aí está uma óptima proposta... Eu assinava por baixo e se até fosse necessário escrevia a carta a dirigi-la aos chefes máximos da nação. A segunda-feira é tudo menos produtiva! Não pode ser produtiva até porque ainda toda a gente está a recuperar da agitação e pasmaceira de fim-de-semana.
Para mim, esta segunda-feira marca mais uma corrida desenfreada entre trabalho, muito trabalho mesmo, e a minha querida tese! A sério, no que me fui meter... Isto da tese deixa-me fragilizada, duvido de tudo o que faço e do que leio. No fundo, acho que elevei os meus padrões de exigência e não me permito a grandes falhas!
Para além disso, sei que vai ser uma semana tensa... longa e não vai chegar um simples sábado e domingo para recuperar dela. Bem sei que a semana também termina mais cedo graças ao feriado, no entanto é feriado! O feriado é daqueles dias que toda a gente tenta aproveitar seja para o que for, mas na verdade nunca é bem aproveitado! Maldita gestão de tempo que por mais que tente nunca consigo ser eficaz! Falta tempo sempre para alguma coisa, não há volta a dar!
Enfim o relógio marca 1 da manhã, acho que vou dormir e ver se esta "mosca" de início de semana me passa... ao menos posso sonhar e dormir umas horinhas, a ver se consigo viajar para um sítio bem mais calmo!
O outro dia lá no trabalho uma colega sugeriu, na brincadeira, abolir com a segunda-feira como dia de trabalho. Ora aí está uma óptima proposta... Eu assinava por baixo e se até fosse necessário escrevia a carta a dirigi-la aos chefes máximos da nação. A segunda-feira é tudo menos produtiva! Não pode ser produtiva até porque ainda toda a gente está a recuperar da agitação e pasmaceira de fim-de-semana.
Para mim, esta segunda-feira marca mais uma corrida desenfreada entre trabalho, muito trabalho mesmo, e a minha querida tese! A sério, no que me fui meter... Isto da tese deixa-me fragilizada, duvido de tudo o que faço e do que leio. No fundo, acho que elevei os meus padrões de exigência e não me permito a grandes falhas!
Para além disso, sei que vai ser uma semana tensa... longa e não vai chegar um simples sábado e domingo para recuperar dela. Bem sei que a semana também termina mais cedo graças ao feriado, no entanto é feriado! O feriado é daqueles dias que toda a gente tenta aproveitar seja para o que for, mas na verdade nunca é bem aproveitado! Maldita gestão de tempo que por mais que tente nunca consigo ser eficaz! Falta tempo sempre para alguma coisa, não há volta a dar!
Enfim o relógio marca 1 da manhã, acho que vou dormir e ver se esta "mosca" de início de semana me passa... ao menos posso sonhar e dormir umas horinhas, a ver se consigo viajar para um sítio bem mais calmo!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Distracções
Já alguma vez encontraram o amor assim cara a cara? Como o reconheceram? Foi o cheiro? O olhar? O toque? A voz? Como tiveram a certeza de que aquela pessoa realmente valia a pena? Que aquela pessoa valia a pena arriscar incertezas e certezas, medos e seguranças?
Como sabemos que se trata de amor e não de uma distracção criada?
É inevitável fazer-vos todas estas questões... Eu acho que não consigo perceber a diferença entre amor e distracção! Acho que a maior parte das mulheres que eu conheço não o sabem fazer...
Inevitavelmente, lembro-me de todas as minhas historinhas todas e percebo que andei tanto tempo distraída a julgar que era amor o que eu sentia e o que diziam sentir.
Como sabemos que se trata de amor e não de uma distracção criada?
É inevitável fazer-vos todas estas questões... Eu acho que não consigo perceber a diferença entre amor e distracção! Acho que a maior parte das mulheres que eu conheço não o sabem fazer...
Inevitavelmente, lembro-me de todas as minhas historinhas todas e percebo que andei tanto tempo distraída a julgar que era amor o que eu sentia e o que diziam sentir.
Divagações
Plim plim plim... Finalmente mais uma semana que chega ao fim! Estou simplesmente estourada, cansada e a acreditar que não aguento mais uma semana completa de trabalho e tese!!! Preciso de umas férias... preciso de dormir até tarde e ficar na mais fantástica pasmaceira. Preciso de saias compridas, tops e chinelas de dedo. Preciso de sentir a pele dourada e o cabelo mais claro.. Quero ver as sardas aparecerem por andar sempre de praia em praia... preciso de tranquilidade por uns dias! Ai até que enfim que chega a sexta-feira... Juro que não aguentava mais um dia de semana!!!!
Ando tão adormecida nestas duas coisas que já nem me reconheço em pequenos momentos de descontracção, por exemplo este mesmo.
Estou, também, um pedacinho cansada das pessoas, confesso! Não de todas, claro. As minhas pessoas preferidas são sempre bem recebidas, com o mesmo sorriso e a mesma vontade... Adoro ter as minhas pessoas preferidas do meu lado... tenho umas quantas e sei que sou uma sortuda! Sou mesmo! Tenho amigos de todas as idades, cores, feitios, credos e estilos. Sou uma sortuda porque com eles aprendo o que devo... Ensinam-me a desenhar o caminho que quero seguir...
Agora apenas quero encontrar, mesmo que demore, uma história de amor tranquila personificada num alguém tranquilo... Um ele que seja capaz de dar e receber sem receio, alguém que não esconda nas horas escondidas da luz e de olhares conhecidos... Quero mais do que recebi, quero menos do que o mundo...
Divaguei mais uma vez... ultimamente só faço isso... mas estou bem mais tranquila, sabes?
Ando tão adormecida nestas duas coisas que já nem me reconheço em pequenos momentos de descontracção, por exemplo este mesmo.
Estou, também, um pedacinho cansada das pessoas, confesso! Não de todas, claro. As minhas pessoas preferidas são sempre bem recebidas, com o mesmo sorriso e a mesma vontade... Adoro ter as minhas pessoas preferidas do meu lado... tenho umas quantas e sei que sou uma sortuda! Sou mesmo! Tenho amigos de todas as idades, cores, feitios, credos e estilos. Sou uma sortuda porque com eles aprendo o que devo... Ensinam-me a desenhar o caminho que quero seguir...
Agora apenas quero encontrar, mesmo que demore, uma história de amor tranquila personificada num alguém tranquilo... Um ele que seja capaz de dar e receber sem receio, alguém que não esconda nas horas escondidas da luz e de olhares conhecidos... Quero mais do que recebi, quero menos do que o mundo...
Divaguei mais uma vez... ultimamente só faço isso... mas estou bem mais tranquila, sabes?
quinta-feira, 16 de abril de 2009
O meu cantinho
Apetece-me escrever novamente... Apetece-me perder um pedacinho nas minhas palavras e linhas! Não sei se é uma fase optimista, acho mais que estou confortável... insegura mas confortável!
Aos pouquinhos controlo as minhas emoções, racionalizo e vou encontrando o meu cantinho. O cantinho onde posso ser eu sem máscaras ou recurso a tentativas de sedução lançadas as pessoas do meu mundo. Acho que estou numa fase de maior discernimento, de crescimento e de compreensão de um mundo que sempre tive alguma dificuldade em entender.
Os minutos já não me incomodam e apercebi-me de que não me vale a tristeza nem a euforia. Prefiro esta estranha calma que parece que me está a invadir... A vontade de aprender... a vontade de conhecer... enfim, tudo e mais alguma coisa.
Não gosto nem consigo viver com pressões, aliás não gosto de fazer por fazer...Por isso antes de fazer seja o que for, tento compreender....
Não gosto de me sentir no limite e descobri que não suporto fazer seja o que for com a pressão de cumprir prazos que deveria ter cumprido com a antecipação necessária... ou com a pressão de agradar seja quem for...
Olho para o que me rodeia e sei que sou feliz sim... não sou a pessoa mais feliz do mundo, mas também quem disse que queria ser? Não tenho tudo aquilo que os sonhos fazem acreditar que devemos ter... mas ok, sou feliz com o pouquinho que tenho!
Não preciso de brilhar sobre ninguém... Não preciso de interceder no que não me diz respeito... Não preciso de contar as minhas alegrias e tristezas a toda a gente... Preciso apenas de me sentir sempre assim...
Já há algum tempo que não conseguia saber o que escrever nos meus espacinhos virtuais... Agora parece que as palavras saiem e as ideias também....Aos pouquinhos, vou-me reencontrado... Aos pouquinhos sei onde é o meu cantinho... e sei qual quero que seja o meu cantinho...
Posso não ter uma história de amor linda, posso não ter um percurso profissional brilhante e até ter poucos verdadeiros confidentes... mas o que tenho parece-me que basta... o que tenho soa a meu... Sei o que faço e acredito no que faço... Ajo de acordo com o que me ensinaram... E tento enfim fazer dos dias um pedacinho melhores... Afastei e continuo a afastar o que considero que não é necessário e aos poucos sinto a minha alma um pedacinho mais leve.
Reconheço o que tenho e agradeço por o ter... Complicar para quê? Antecipar para quê? Aos pouquinhos e pouquinhos percebo o que realmente importa....
Aos pouquinhos controlo as minhas emoções, racionalizo e vou encontrando o meu cantinho. O cantinho onde posso ser eu sem máscaras ou recurso a tentativas de sedução lançadas as pessoas do meu mundo. Acho que estou numa fase de maior discernimento, de crescimento e de compreensão de um mundo que sempre tive alguma dificuldade em entender.
Os minutos já não me incomodam e apercebi-me de que não me vale a tristeza nem a euforia. Prefiro esta estranha calma que parece que me está a invadir... A vontade de aprender... a vontade de conhecer... enfim, tudo e mais alguma coisa.
Não gosto nem consigo viver com pressões, aliás não gosto de fazer por fazer...Por isso antes de fazer seja o que for, tento compreender....
Não gosto de me sentir no limite e descobri que não suporto fazer seja o que for com a pressão de cumprir prazos que deveria ter cumprido com a antecipação necessária... ou com a pressão de agradar seja quem for...
Olho para o que me rodeia e sei que sou feliz sim... não sou a pessoa mais feliz do mundo, mas também quem disse que queria ser? Não tenho tudo aquilo que os sonhos fazem acreditar que devemos ter... mas ok, sou feliz com o pouquinho que tenho!
Não preciso de brilhar sobre ninguém... Não preciso de interceder no que não me diz respeito... Não preciso de contar as minhas alegrias e tristezas a toda a gente... Preciso apenas de me sentir sempre assim...
Já há algum tempo que não conseguia saber o que escrever nos meus espacinhos virtuais... Agora parece que as palavras saiem e as ideias também....Aos pouquinhos, vou-me reencontrado... Aos pouquinhos sei onde é o meu cantinho... e sei qual quero que seja o meu cantinho...
Posso não ter uma história de amor linda, posso não ter um percurso profissional brilhante e até ter poucos verdadeiros confidentes... mas o que tenho parece-me que basta... o que tenho soa a meu... Sei o que faço e acredito no que faço... Ajo de acordo com o que me ensinaram... E tento enfim fazer dos dias um pedacinho melhores... Afastei e continuo a afastar o que considero que não é necessário e aos poucos sinto a minha alma um pedacinho mais leve.
Reconheço o que tenho e agradeço por o ter... Complicar para quê? Antecipar para quê? Aos pouquinhos e pouquinhos percebo o que realmente importa....
Hoje
A procura de algo pode ser angustiante. A procura de algo pode deixar-te insegura e incerta. A vontade de complicar o simples parece que está sempre presente e o pensamento é desperdiçado em possibilidades que nem nos damos ao trabalho de as confirmar. Não confirmamos porque parece que preferimos viver num mundo de possibilidades onde a verdade e o presente parecem ser demasiado dificeis de lidar.
O pensamento vagueia no passado e desenha o futuro, enquanto isso o relógio não parou e deixamos de saber aproveitar o que realmente temos. Quando valorizamos o que temos, normalmente, é tarde demais e já o perdemos. Não há certezas num mundo que muda constantemente. Não há certezas quando o vento parece direccionar os nossos pensamentos e desejos.
Constantemente vejo as pessoas a desistirem de um sonho ou de uma realidade... Desistem. É difícil demais... E toda a gente tem problemas maiores que os outros. Já passei do tempo em que achei natural sobrevalorizar os meus problemas, sim infelizmente há quem tenha problemas maiores e continue a lutar. Então porque não fazer o mesmo?
À procura de uma tranquilidade e de saber viver a vida, agarro-me ao que é realmente meu e real: HOJE!
E por agarrar-me ao HOJE, continuo a procurar mas sem viajar num campo de possibilidades... procuro com a certeza do que faço e de quem sou... com a certeza de que vou encontrar. Vou gritar bem alto e respirar de alívio! Sai um peso de mim e vejo as coisas que me rodeiam...
Alguém que esteja por aqui vai perceber que apenas quero o meu cantinho e que não quero alimentar mais emoções exacerbadas... Que quero saber quem sou.... Que quero viver a vida... Que quero saber o meu lugar... E chegar ao final do caminho, não me interessa se vou lá chegar primeiro que o resto das pessoas... Esta é a minha corrida, melhor caminhada pois lentamente pretendo lá chegar...
A procura pode deixar-nos angustiados, mas saber procurar e ser paciente conduz-nos ao escuro ao caminho certo...
Mudei de capítulo e procuro a minha meta lentamente... Vivendo a vida e escrevendo pedacinhos de mim neste espacinho...
O pensamento vagueia no passado e desenha o futuro, enquanto isso o relógio não parou e deixamos de saber aproveitar o que realmente temos. Quando valorizamos o que temos, normalmente, é tarde demais e já o perdemos. Não há certezas num mundo que muda constantemente. Não há certezas quando o vento parece direccionar os nossos pensamentos e desejos.
Constantemente vejo as pessoas a desistirem de um sonho ou de uma realidade... Desistem. É difícil demais... E toda a gente tem problemas maiores que os outros. Já passei do tempo em que achei natural sobrevalorizar os meus problemas, sim infelizmente há quem tenha problemas maiores e continue a lutar. Então porque não fazer o mesmo?
À procura de uma tranquilidade e de saber viver a vida, agarro-me ao que é realmente meu e real: HOJE!
E por agarrar-me ao HOJE, continuo a procurar mas sem viajar num campo de possibilidades... procuro com a certeza do que faço e de quem sou... com a certeza de que vou encontrar. Vou gritar bem alto e respirar de alívio! Sai um peso de mim e vejo as coisas que me rodeiam...
Alguém que esteja por aqui vai perceber que apenas quero o meu cantinho e que não quero alimentar mais emoções exacerbadas... Que quero saber quem sou.... Que quero viver a vida... Que quero saber o meu lugar... E chegar ao final do caminho, não me interessa se vou lá chegar primeiro que o resto das pessoas... Esta é a minha corrida, melhor caminhada pois lentamente pretendo lá chegar...
A procura pode deixar-nos angustiados, mas saber procurar e ser paciente conduz-nos ao escuro ao caminho certo...
Mudei de capítulo e procuro a minha meta lentamente... Vivendo a vida e escrevendo pedacinhos de mim neste espacinho...
terça-feira, 14 de abril de 2009
Escrever onde devia
Hoje nem sei bem que dizer. Hoje estou assim como me tenho sentido ultimamente, mas mais acentuado. Não consigo escrever uma linha onde devia. Não consigo e fora da minha chamada zona de conforto, perco-me nas minhas divagações.
O estado do tempo não ajuda e ainda perco-me mais fundo nas minhas ideias.
Hoje parei para ouvir algumas músicas que já não ouvia há algum tempo... Estranha melancolia em que me encontro todos os dias. Estranha melancolia que me leva a perder numa imensidão de vazio que me resta...
Eu que não me sinto no direito de não me julgar satisfeita...
Hoje não consigo escrever uma linha onde devia. Não consigo acreditar em mim e não sei o que dizer. Vou afundar-me uns minutos em música e nos meus pensamentos... pode ser que daqui a pouco a inspiração venha naturalmente...
Isto não é um diário... É um confessionário. Confessionário que uso para me entender e encontrar, mesmo que hoje isso seja um pouco mais difícil.
O estado do tempo não ajuda e ainda perco-me mais fundo nas minhas ideias.
Hoje parei para ouvir algumas músicas que já não ouvia há algum tempo... Estranha melancolia em que me encontro todos os dias. Estranha melancolia que me leva a perder numa imensidão de vazio que me resta...
Eu que não me sinto no direito de não me julgar satisfeita...
Hoje não consigo escrever uma linha onde devia. Não consigo acreditar em mim e não sei o que dizer. Vou afundar-me uns minutos em música e nos meus pensamentos... pode ser que daqui a pouco a inspiração venha naturalmente...
Isto não é um diário... É um confessionário. Confessionário que uso para me entender e encontrar, mesmo que hoje isso seja um pouco mais difícil.
domingo, 12 de abril de 2009
Início
Inicia-se mais um novo capítulo das historias desta menina mulher que vos escreve... Parada por algum tempo, precisei apenas de tempo para aprender a viver de outro modo e para perceber as mudanças do dito amadurecimento a tocarem no que sou e no que gosto de ser.
Um tempo que me fez regressar com segredos, novas histórias e pensamentos perdidos num tom mais autobiográfico... Num tom que me permita simplesmente desligar da realidade lá fora que me rodeia...
Por isso apresento novas linhas que chamo de segredos urbanos... mais uma longa caminhada buscando uma nova essência.
Um tempo que me fez regressar com segredos, novas histórias e pensamentos perdidos num tom mais autobiográfico... Num tom que me permita simplesmente desligar da realidade lá fora que me rodeia...
Por isso apresento novas linhas que chamo de segredos urbanos... mais uma longa caminhada buscando uma nova essência.
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